












A ação foi feita pela companhia de seguros Confused.
Pelo jeito, o Cilada (eu) não estava viajando quando afirmou que São Paulo está vivendo um momento único no mundo (mais do que Berlin). O site/rede social Hub Culture elaborou um ranking colaborativo contendo as 20 cidades mais "zeitgeist" (um termo que soara tão superficial quanto "cool") do mundo. São Paulo ficou em primeiro lugar, logo acima de... Berlin! O que foi dito sobre Sampa: Brazil suddenly seems to be everyone's darling, and gigantic São Paulo is where everything in Brazil happens. For resources, Brazil has become one of the most important single players in the world. In energy, years of green policies and initiatives in biofuels are paying dividends. As carbon markets develop, the Amazon has the potential to become a lucrative, protected carbon gold mine. The oil is about to kick in.São Paulo's young, vibrant population is a consumer boom in the making, and the night life just gets better and better - DOM. With this year's Olympic win in neighboring Rio de Janeiro (a short flight away), a dynamic president, one of the world's most stable currencies, and a general sense of optimism, São Paulo looks set to become a world power. Now is the moment of creation in the southern hemisphere's largest urban center. Sadly, even the crime and inequality feel zeitgeisty - like an omen for rising class problems in urban centers worldwide.
Pois é... Infelizmente a violência continua sendo o ingrediente indesejado, mas de alguma forma necessário, para a criação deste zeitgeist...
A lista completa está aqui.
Meu palpite para o próximo primeiro lugar é Istanbul ou Buenos Aires.















Recentemente, escrevi uma resenha sobre o livro:
Quer ganhar esse livro na faixa? Clique aqui e saiba como.Diários de Bicicleta é um relato honesto e sensível de David Byrne - ex-líder do influente grupo Talking Heads - sobre suas andanças de bicicleta pelo mundo, veículo que passou a utilizar amplamente a partir dos anos 80 em uma cidade pouco receptiva a este meio de locomoção: Nova York.
Com esta escolha, veio uma descoberta: “eu me sentia mais ligado à vida nas ruas do que jamais seria possível se estivesse dentro de um carro ou de algum tipo de transporte público (…). Para mim , isso era viciante”.
Partindo dessa premissa, Byrne passou a levar uma bicicleta dobrável para praticamente todas as suas viagens e começou a registrar suas impressões em um diário. O livro reúne relatos de Buenos Aires, Berlim, Istambul, São Francisco, Sydney, Nova Jersey, Nova York, Manila (Filipinas) e Londres, além de projetos de paraciclos (estacionamentos de bicicletas) desenhados por Byrne e dicas de segurança, manutenção, capacetes e vestimentas.
Sem deixar de ser crítico, Byrne não perde o bom humor ao narrar suas observações sobre planejamento urbano, arquitetura e o mundo pós-moderno. Recomenda-se uma leitura atenciosa para o capítulo dedicado a algumas cidades dos Estados Unidos, “simpáticas apenas aos carros”. Qualquer semelhança com o planejamento urbano das grandes cidades brasileiras não é mera coincidência.
Por fim, o livro conta com uma deliciosa introdução de Tom Zé, cuja carreira foi re-alavancada por Byrne quando este descobriu o disco Estudando o Samba (1976). Nas palavras de Tom Zé, “no final (do livro), você pode sentir uma vontade louca de subir também numa bicicleta para fazer suas próprias observações e incentivar a reformulação das cidades, das convivências, da poluição, porque uma ideia simples pode provocar um efeito dominó e transformar o mundo”







