segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Caco, o sapo deprimido

Eu já ví esses vídeos algumas centenas de vezes e realmente não sei se é engraçado. Na dúvida, resolvi postar.







Se os vídeos fossem com o Animal, eu não teria dúvida de que seriam muito engraçados. Duvida?





PSs:

1- Para quem nunca viu os Excêntricos Tenenbaums, o primeiro vídeo do post é uma paródia de uma cena do filme. Para quem já viu, vale a pena dar mais uma olhada e ficar com essa música maravilhosamente triste do finado Elliot Smith:

Vídeo de autopsia de Michael Jackson vazou!

sábado, 29 de agosto de 2009

Sleevage (tudo sobre capas de discos)

Bem legal o site/blog Sleevage, só sobre capas de discos;

Segue um exemplo do post dos caras:

Aphex Twin: Windowlicker

Winderlicker EP

The film clip is still a classic and so is this cover. Sex sells!

I was surprised that this was a Designers Republic cover.

Here’s a few more supporting images I found if you aren’t freaked out enough already.

Aphex Twin: Windowlicker back


Aphex Twin: Windowlicker Car


Windowlicker Chick

Aphex gracing the cover of NME in March 1998

Windowlicker NME Cover

And for those that haven’t seen the 11 minute epic that is the film clip enjoy below. Read the WIKI entry for a more in depth analysis of the clip, including the number of times ‘fuck’ is uttered.

I still enjoy watching this after so many viewings.

Posted by Ash on 20 June, 2007

Drogas e Volante

Bem engraçado esse programa alemão voltado para Tops 10.

Segue o exemplo (dirigindo sob a influência de 10 drogas):

Educação

A minha iniciação musical deu-se nos bizarros anos 80. Meus pais davam festas antagônicas - mezzo hippie, mezzo yuppie – regadas ao som de Beatles (bom) e Bee Gees (ruim!).

Meus pais me educaram da melhor maneira possível e não tenho do que reclamar. Não trocaria de afiliação paterna e materna por nada nesse mundo.


Mas eu podia ter crescido sem passar por Bee Gees. Eu sinto que eles estão no meu inconsciente de alguma maneira. Talvez seja por isso que eu tenha começado a fumar...

Em relação aos Beatles, eu iria virar um beatlemaníaco cedo ou tarde (foi tarde, mas cheguei lá! Graças ao box Beatles Anthology).

Enfim, o objetivo desse post é mostrar como será a educação musical dos meus filhos. Assim:





Eu tiraria algumas músicas, colocaria outras, mas percebe-se que os pimpolhos estão se divertindo!


Eu quero que meus filhos sejam iguais a eles! Obviamente, há o risco de sair algo assim:



PSs

1- Eu acho que foi a tosquice da década de 80 o responsável por fazer meus pais gostarem de Bee Gees, porém meu pai me introduziu aos seguintes músicos: Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Tom Jobim, Gustav Mahler , Ryuichi Sakamoto, Philip Glass, Cartola, João Gilberto, Johnny Alf, Milton Nascimento (minha mãe só trocaria o meu pai por ele), George Gershwin, Michael Nyman, Ennio Morricone, etc...


2- Eu e meu brother introduzimos ao meu pai: Sigur Rós, Beach Boys, Beatles (ele havia esquecido), Nina Simone, Madredeus, David Brokeback, Miles Davis, Chet Baker, etc...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dj Mura na ótica de Carol Miranda

Desenha muito!
Veja mais desenhos aqui (precisa de conta no Orkut)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

What The Fuck Is Social Media?

A ótima apresentação abaixo esclarece de uma vez por todas o que é e para que servem as Mídias Sociais:


Desculpe, Adriano Cintra, mas acho que tenho que discordar da sua declaração na edição 35 da Rolling Stone de Agosto....

Gato Estressado?

A Luiza Erundina - quando tinha 18 anos - nos ensina como massagear o seu gato:



Seu gato vai ficar assim:



Se você está estressado, recomendo este site. Bolinhas de plástico virtuais... Excelente!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Jack Savidge (Friendly Fires)

O show do Friendly Fires no Popload Gig foi muito bom?

Sim


Os ingleses mandam bem na música?

Sim


Friendly Fires é legal?

Usando roupas sim. Agora basta tirar apenas a camiseta para qualquer groupie (isso ainda existe?) brochar. Estou errado?

O baraterista do trio, Jack Savidge, dá um belo exemplo do que estou falando logo após o final do esfuziante show em São Paulo (Popload Gig)

Os ingleses precisam de sol?

PS:

1- Pelado por pelado eu fico com o meu gato. Ele me dá aulas de piano:

2- Post meio gay, né? Não era para ter saído assim...

Bom, que me conhece sabe que eu namoro uma mulher.

A Guerra de Arturo

Texto original publicado no Catraca Livre.

Um erro de digitação de Arturo, funcionário da redação de um jornal, resulta em uma sucessão de acontecimentos catastróficos e bizarros, culminando em uma guerra do Brasil com a Argentina.

Só há uma pessoa que pode resolver a situação: Arturo, André Frateschi (Cheiro do Ralo) em uma atuação excelente, o anti-herói perfeito para lidar com os hermanos.

Com direção do brother Julio Taubkin e Pedro Arantes, feito em 35 mm, o filme garante boas risadas. Em 19 minutos acaba com o mau humor de qualquer pessoa.



Programação:

25/08 - 18h - Cineclube Grajaú

26/08 - 17h - Cinemateca - Sala BNDES

28/08 - 11h - Faap

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Letra e Música

Agora, vamos cantar juntos:



Dica do Júlio, membro do ótimo, porém finado, Massaroca.

PSs:


1- Site só com one hit wonders: www.onehitwondercentral.com

domingo, 16 de agosto de 2009

Novo disco do Yo La Tengo (Popular Songs) e uma entrevista exclusiva com Ira Kaplan


Nada.

É isso o que se deve esperar dos discos do Yo La Tengo.

Cada álbum lançado desde May I Sing With Me (1992) - quando o baixista James McNew passou a fazer parte da formação atual - é um sopro inesperado de criatividade, honestidade e inovação. Em resumo, o YLT está sempre um passo à frente do que vem sendo feito.

Com o novo disco do trio, Popular Songs, cujo lançamento está previsto para o dia 8 de setembro, mas já pode ser encontrado em torrents, não é diferente.

Formado em 1984 em Hoboken, pequeno distrito de New Jersey, o Yo La Tengo transita sem dificuldades entre o melancólico, o psicodélico, o shoegaze (ver PS 5), o folk, o free jazz, o downbeat, surf music e, obviamente, o rock. Tudo isso coroado por longas sessões de Jam.

Em Popular Songs, produzido pelo próprio grupo em parceria com Roger Moutenot e gravado em Nashville, a capital do country, percebe-se uma continuidade do aprofundamento da vertente mais experimental do soul e do funk - processo iniciado no disco anterior, o elogiado I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass.

Isso não quer dizer que a fase mais rockeira do grupo, entre 1986 a 1992, não esteja presente no disco. Neste ponto, o paralelo entre o Yo La Tengo e o Velvet Underground é quase inevitável.

Todavia, a comparação se deve mais ao “nível ótimo” de vanguardismo alcançado pelos dois grupos e menos pela simples correlação direta da influência musical. Em outras palavras, este vanguardismo não consiste no novo pelo novo, o que acabaria sendo chato, pretensioso e, principalmente, estéril.

Exemplificando: se o Velvet Underground fazia parte do projeto multimídia Exploding Plastic Inevitable, de Andy Warhol, constituído por performances afetadas de sadomasoquismo, projeções experimentais em telões e banda em riste no palco criando um proto-punk sem precedentes, o Yo La Tengo encabeçou o projeto lúdico de Science Is Fiction/The Sounds Of Science (ver o PS 1).


Hoje, no chamado “contexto pós-modernista de aceleração e relativização do tempo”, em que a cada dia surgem “bandas do momento” a serem esquecidas dois anos depois, Yo La Tengo segue desafiando o mainstream, mantendo uma atitude independente (com todas as letras da palavra) e a opção pelo ecletismo.

Por isso, “nada” continua sendo o adjetivo mais adequado para classificar a espera do lançamento de Popular Songs. A fórmula pode ser recorrente, mas a surpresa, como um arranjo de cordas na faixa Here To Fall, é garantida.

Abaixo, segue a entrevista exclusiva feita com Ira Kaplan, líder do grupo, para o Cilada Mental:

(O Yo La Tengo é conhecido pela preferência por títulos diferentes, estranhos e bizarros para seus álbuns. Após o lançamento de I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass, o grupo não aguentava mais responder perguntas sobre a escolha do título e declararam em uma entrevista para a Rolling Stone em 2006 que “no momento, nós não estamos respondendo a este tipo de pergunta ).

Cilada Mental: No momento, vocês estão respondendo perguntas sobre o título do novo disco?

Ira Kaplan: Podemos responder a essa pergunta sem revelar o significado do título - que é a resposta da sua pergunta. Nós preferimos não ser específico sobre as coisas, e esta é uma das coisas.

CM: Uma vez você disse “preferimos que o título de um disco nosso tenha vida própria e sugira o que quer que sugira, sem influenciar o nosso direcionamento”. Isso pode ser aplicado a todos os outros títulos dos discos do Yo La Tengo, mas Popular Sons é bem sugestivo. Isso é uma ironia ou vocês realmente buscaram uma sonoridade mais pop?

IK: Não somos grandes fãs de ironias, embora ela tenha o seu lugar na banda. O título é bem sugestivo. Você está sugerindo que I Can Hear the Heart Beating As One não é um título sugestivo?

CM: O que devemos esperar de Popular Songs? O que vocês querem que esperemos?

IK: Não pensamos dessa forma. Esperamos que gostem do disco. Mais do que isso é difícil de dizer.

CM: Na página do YLT no site da Matador há a seguinte frase: “Popular Songs demonstra que tudo o que foi dito no passado sobre o YLT é verdade, só que ainda mais”. O que foi dito no passado? O que você acha do YLT ser constantemente rotulado como um grupo de indie rock/alternativo?

IK: A única vez que nos referimos como uma banda indie, ou alternativa, estávamos sendo preguiçosos. Nos rotulamos como uma banda de rock. Este é o máximo de descrição que usamos. Assim como Barry Manilow, que fazia isso bem antes do YLT, nós escrevemos as músicas (embora Barry Manilow não tenha escrito "I Write The Songs"). Vocês (jornalistas) definem o estilo.

CM: Como é ser constantemente comparado ao Velvet Underground? Esses dias acabaram?

IK: Pensávamos que esses dias tinham acabado, mas aí você faz essa pergunta! Bom, melhor ser comparado com o Velvet Underground do que com os Doobie Brothers.

CM: Como líder de uma banda na ativa desde 1984, que conselho você daria aos novos grupos que surgem todos os dias? Qual o segredo de estarem a tanto tempo juntos?

IK: É difícil dar um conselho a alguém. Nem toda a banda quer ficar junta por tanto tempo como nós ficamos (nós não sabíamos que queríamos até ficarmos). Você não está interessado em saber qual foi o primeiro 45 (disco de vinil, 45 RPM) que eu comprei? Uma dica: Ruby Tuesday (eu já sabia disso. Fonte).

CM: Alguma banda atual que você tem ouvido?

IK: Não estou muito ligado nos grupos de hoje em dia. Eu gosto de Endless Boogie, Black Lips, Vivian Girls, Times New Viking, Kurt Vile, Metal Mountains. São grupos bem recentes.

CM: O que o James Mcnew trouxe para o Yo La Tengo quando entrou na banda em 1992?

IK: Quando o James entrou na banda, nos tornamos uma banda. A gente não sabia que era uma até ele se juntar a nós e percebermos a diferença. Não tanto pelo o que ele trouxe pela música, mas mais pela forma como nós três trabalhos juntos.

CM: Quais são os planos para o YLT este ano? Alguma vinda para o Brasil?

IK: Estamos ansiosos para voltar ao Brasil desde a nossa turnê de 2001. Não há nenhum show aí para 2009, mas estamos esperançosos em relação à 2010.

CM: Como foi tocar no Brasil em 2001 (Maringá, Rio de Janeiro, São Paulo)? O que você achou da música brasileira?

IK: Nós ficamos loucos e maravilhados pelo Brasil. Temos ótimas memórias da viagem, dentro e fora do palco. Nós temos muitos discos brasileiros nas nossas coleções! Uma das nossas maiores emoções foi dividir o palco com Os Mutantes no festival Pitchfork em Chicago (2006).

CM: (o YLT é “conhecido” por fazer diversos covers. De Beach Boys à Sun Ra) Qual cover que o YLT fez que você mais gosta? Que banda ou artista você gostaria que fizesse um cover do YLT?

IK:Eu acho que eu não consigo nomear um cover favorito. É difícil escolher qualquer coisa como a favorita. Eu gostaria muito de tocar tantos covers com as pessoas que fizeram a música original (“Nuclear War” do Sun Ra, “This Is Where I Belong” do Ray Davies, “You Baby” do Howard Kaylan, “You Tore Me Down” do Cyril Jordan, etc, etc e etc...

CM: (Yo La Tengo e Simspons possuem algumas parcerias. Let´s Save Orlando House, faixa do disco And Then Nothing Turned Itself Inside-Out é o nome de um dos filmes educativos que o personagem Troy McClure “atuou”. Além disso, o criador da série, Matt Groening, é um grande fã do YLT). Para acabar a entrevista, qual é o seu episódio do preferido dos Simpsons?

IK: Como já disse, sou contra nomear favoritos. Deixando isso de lado D'oh-ing in the Wind, por razões óbvias (neste episódio, o YLT transformou a música de entrada dos Simpsons, composta pelo ex-Oingo Boingo Danny Elfman, em uma versão psicodélica), eu fico com A Fish Called Selma.


PSs:

1- Na concepção original do projeto Science Is Fiction/The Sounds Of Science, o Yo La Tengo criaria uma trilha sonora instrumental, ao vivo, para uma série de oito curtas-metragens sobre o fundo do mar, feito pelo diretor surrealista e expressionista pré-Jaques Cousteu, Jean Painleve. Sounds Of Science, o resultado do trabalho, acabou virando o disco mais abstrato e enigmático do grupo.

Os filmes de Painleve projetados em um cinema de São Francisco com o YLT acompanhando ao vivo é um capítulo à parte na história do grupo. O curta sobre a reprodução dos Cavalos Marinhos é uma das coisas mais fantásticas que uma tela de cinema já viu.

Para saber mais, clique aqui.

2- Embora seja cara de pau, realmente não nasci para ser jornalista. Me matei para escrever este texto enquanto o Rob Sheffield (ok, não é qualquer um) escreveu - provavelmente enquanto pulava de pára-quedas - o seguinte review sobre o álbum And Then Nothing Turned Itself Inside-Out (2000) para a Rolling Stone:

“It's a spell of blissful, psychedelic make-out music, what Revolver might have sounded like if the Beatles had tried putting ´Here, There and Everywhere´ and ´Tomorrow Never Knows´ into the same song.”

Como não pensei nisso antes? Que raiva!

3- And Then Nothing Turned Itself Inside-Out (2000) é o meu disco preferido do YLT.

4- A gravadora do grupo, a excelente Matador, disponibilizou em seu site uma faixa do disco novo, além de uma série de videos bem legais. Ironicamente, a música Periodically Double Or Trip exala previsibilidade e um flerte com o estilo açucarado dos grupos pop dos anos 60, como o The Mokeys.

Eu não gostei da música, mas o disco é bom! No próximo post, farei um faixa a faixa (o texto já está pronto. Prometo!)

5- Shoegaze, literalmente, “admiradores de sapatos” - pela forma como os guitarristas tocavam, sempre olhando para o chão - é uma vertente do indie rock criado nos fim anos 80 na Inglaterra cujo foco principal é a guitarra distorcida, suja e alta.

Os expoentes do shoegaze são: My Bloody Valentine, Slowdive, Lush e, no começo da, The Verve.

6- Que discografia você acha que o TV On The Radio revisitou para fazer o ótimo Dear Science (2008)?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Miles Vs Michael


Miles Davis tocando Human Nature (Michael Jackson). Brega?


E Cindy Lauper (versão de 1984. Não está no DVD)?




Tudo isso no DVD That's What Happened.

Dica da
Rolling Stone

segunda-feira, 10 de agosto de 2009


Se o Aphex Twin fosse uma impressora, ele se comunicaria mais ou menos assim:



Mais uma dica do ótimo URBe.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Correria + Impossible Cool

Uma correria excepcional nesta semana impediu-me de fazer posts elaborados, mas não deixem de acessar o Cilada Mental!

Prometo que na semana que vem vou postar umas coisas bem legais aqui, do tipo:

1-Texto sobre o disco novo do Yo La Tengo+uma entrevista exclusiva e mal humorada que eu consegui com o Ira (vocalista da banda).

2-Texto sobre o filme À Deriva.

Eu vi o filme um dia antes do Contardo Calligaris escrever uma matéria sobre o mesmo assunto e, para provar que não estou pegando o vácuo do Calligaris, passada uma hora da exibição postei o seguinte no Facebook: "À Deriva fodíssimo! Vou tentar escrever um post sobre o filme amanhã!"

Obviamente, não consegui escrever o texto no dia seguinte. Porém, meu texto será melhor que o do Calligaris.

3- Um post sobre personalidades ruivas bonitas em homenagem a uma amiga com uma quedinha por pessoas com alelos recessivos (a se pensar). 4-O que mais der na minha telha. 5- Para este post não ser em vão, vale a pena visitar o tétrico site The Impossible Cool, com fotos (grande maioria em PB) absurdamente legais de celebridades (dica do Brother).

Não vou falar quem é quem. Entre no site e descubra (vontade de postar todas as fotos):
















quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Mais uma música nova do Radiohead

O inglês Harry Patch, um dos últimos veteranos vivos da Primeira Guerra Mundial, faleceu no dia 25 de julho de 2009 aos 111 anos.

Há alguns anos atrás, o relato comovente de Patch sobre a sua experiência na guerra caiu nos ouvidos de Thom Yorke via Radio4 (uma rádio da BBC) e serviu como inspiração para criar a música Harry Patch (In Memory Of):



Gravada ao vivo (sem separação de canais) em um convento, com arranjo de cordas composto por Jonny Greenwood, Harry Patch (In Memory Of) está disponível para download no site do Radiohead por £1. Toda a renda será revertida para o Royal British Legion.

Para comprar a música, clique aqui.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Beatles Tube


Sim, isso existe!

Além de poder ouvir todas as músicas da melhor banda do mundo, há uma explicação de como cada uma delas foi composta. O site também oferece covers de todos os tipos, bandas tributo, raridades e muito mais. Para fãs de Beatles, indispensável!

Acesse o site aqui.

PSs:

1- Há também Queen Tube, Elvis Tube, Stones Tube, U2 (Blah!) Tube, etc...

2- O dia do Mura Tube está para chegar!

Torto na Granja

O álcool é diurético e estimula os rins a filtrarem a água do sangue (algumas pessoas podem ter pesadelos com a foto abaixo). Segurar a urina por muito pode causar pedra nos rins.

Pensando nisso, o nosso presidente resolveu dar o exemplo: